Enquanto isso, no Brasil, por oito votos a um, o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou ontem (17) a exigência de diploma universitário para o exercício da profissão de jornalista. Apenas o ministro Marco Aurélio votou a favor da exigência do diploma. O presidente do STF e relator do recurso, ministro Gilmar Mendes, defendeu seu voto dizendo que exigir o diploma é contra a Constituição Federal que garante a liberdade de expressão e de informação (ãhn, não entendi).
Ele chegou a comparar a profissão de jornalismo com a de chefe de cozinha para provar que não é necessário fazer faculdade específica para atuar em determinadas áreas.
Ok, ok, que tal voltamos a publicar receitas de bolos como feito na época da ditadura militar? Com certeza, nesta situação, não faria diferença o diploma.
Não discuto aqui a necessidade de uma reforma nas escolas de jornalismo, na formação do profissional que atue de maneira ampla (e mais humana) na sociedade da informação que vivemos...
Doce ilusão achar que um diploma caracterize o profissional. Não é só isso!!
Nem coloco em pauta se a profissão vai acabar, se passará por uma reformulação, se o mercado de trabalho vai diminuir...
A esperança é que sempre haja espaço para a competência.
A MÍDIA É UM BEM PÚBLICO, CAPAZ DE DEMOCRATIZAR INFORMAÇÃO, CONHECIMENTO E CULTURA!!! MAIS RESPEITO, EXCELENTÍSSIMOS DESTE PAÍS TUPINIQUIM!!!





